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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Unhas encravadas? Como lidar com elas...

Unha encravada?

Veja algumas dicas de como lidar com elas..
As unhas encravam quando parte delas empurra o canto do dedo do pé. Isso acontece porque a pele forma uma barreira. Como a unha não pára de crescer e é mais dura, penetra na pele causando dor e inflamação. O formato das unhas também interfere, favorecendo o mal em algumas situações como nos casos de infecção na lateral do maior dedo do pé (por causa da posição, ele é quem recebe a maior pressão dos sapatos). Para evitar isso, as unhas devem ser cortadas retas (e nunca pelos cantos), mantendo sempre as pontas livres.
Difícil encontrar quem já não tenha sofrido com ela. A dor é permanente e até parece insolúvel. Um picote com o alicate; até alivia um pouco. Mas, dois dias depois, o andar manco e o incômodo voltam: unha encravada é mesmo uma chateação. O corte inadequado e o uso freqüente de sapatos de bico fino são as principais causas do problema.

Algumas dicas
Os sapatos devem ser mais larguinhos na frente, com salto de 4cm no máximo para uso diário. Do contrário, a tendência é que as unhas voltem a encravar .Para corrigir o problema, além de evitar os calçados apertados na ponta e tomar cuidado com o corte, muitas vezes é necessário apelar para o uso de aparelhos, que tracionam a unha e obrigam que ela volte ao lugar certo.
Hoje em dia, são raros os casos de extração. Elas são evitadas por dois motivos: primeiro, porque nada garante que a nova unha não volte a encravar. E também porque o procedimento apresenta um alto risco de infecções.
Quem tem tendência a sofrer com as dores nos cantinhos nunca deve calçar um tênis com as unhas compridas, meias apertadas ou costuras salientes. E, quando for comprar um novo par de sapatos, faça isso no final do dia. Os pés estão inchados, assim não há risco de levar um modelo que aperte.

Identifique o melhor profissional para resolver o seu problema: podólogo ou pedicure
Qual a diferença entre a pedicure e a podóloga?
A pedicure está preocupada com as questões estéticas: retira a cutícula, uniformiza o formato das unhas e esmalta. Já a podóloga volta a atenção para a saúde dos pés.
O tratamento ideal para uma unha encravada deve ser determinado pelo dermatologista. Jamais use pomadas ou remédios sem orientação médica.

Fonte: www.rugasnuncamais.com.br

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Dermatologistas ensinam como tratar a queda de cabelo em mulheres


Pode causar espanto, mas os dermatologistas garantem que a calvície feminina é um problema comum. O transtorno, debatido no 65° Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, que aconteceu neste fim de semana no Rio, tem as causas mais diversas. Entre as mais comuns estão as mudanças hormonais, a genética e distúrbios como a anemia e o hipotireoidismo. Segundo o dermatologista Marcio Rutowitsch, chefe do setor de dermatologia no Hospital dos Servidores do Estado, cerca de 30% das mulheres com 50 anos têm algum grau de calvície. É preciso ficar atento aos sinais, já que a queda de cabelo no sexo feminino costuma ser diferente da no masculino.

- São raras as mulheres que ficam completamente carecas. O que acontece é um afinamento progressivo, geralmente a partir dos 30 anos - explica Rutowitsch.

O dermatologista Celso Tavares Sodré, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), alerta que as mulheres devem ficar atentas a alguns sinais especiais, já que, todo dia, as pessoas perdem cerca de 100 fios. Essa perda só preocupa se os fios começam a se acumular no ralo da pia ou do chuveiro, na escova, nas roupas ou no travesseiro. Quando todo o cabelo fica mais ralo, caem tufos ou há um afinamento onde os fios são repartidos, é hora de procurar um médico. Os tratamentos respondem melhor quando a calvície está em fase inicial e vai variar de acordo com o tipo de queda. Para um diagnóstico completo, os médicos costumam recomendar exames clínicos e laboratoriais, como o tricograma (análise dos fios). Em alguns casos, é necessário fazer a biópsia do couro cabeludo.

Um dos tipos mais comuns de queda de cabelo é o eflúvio telógeno, caracterizado pela diminuição dos fios em toda a cabeça. A queda pode ser aguda ou crônica e geralmente é causada por febres altas, dengue, anemias (causadas por menstruações intensas ou deficiências nutricionais), dietas radicais, medicamentos e no pós-parto.

- Doenças endocrinológicas, como as da tireoide, e estresses importantes também podem fazer o cabelo cair. Em geral, o distúrbio se resolve espontaneamente ou em até seis meses quando a causa é corrigida - afirma Sodré.

Outra causa comum é a alopecia androgenética - a calvície hereditária - que chega a atingir uma em cada cinco mulheres, de acordo com a Academia Americana de Dermatologia, nos Estados Unidos. Rutowitsch explica que, nesses casos, os fios da linha da testa são preservados e a mulher não ganha entradas, mas o cabelo da parte de trás e no alto da cabeça vai ficando mais ralo. A predisposição genética é que vai determinar o grau de queda, mas o excesso de hormônios masculinos, muitas vezes elevados por problemas no ovário ou nas glândulas suprarrenal e hipófise, pode contribuir para o seu agravamento.

Foi o que aconteceu com a organizadora de eventos Julia Andrade, de 29 anos, que passou quase um ano lutando contra a rarefação dos fios. A culpa era da síndrome dos ovários policísticos, que causou alterações significativas em sua taxa de testosterona.

- Primeiro meus fios ficaram absurdamente oleosos e depois começaram a cair. Só que a queda foi lenta e demorei a perceber o problema. Achei que era por causa do excesso de secador, tintura e chapinha. Também fiz besteira porque passei meses tentando resolver o problema com cabeleireiros. Só quando comecei a tomar anticoncepcionais é que os fios voltaram ao normal.

Tanto Rutowitsch como Celso Sodré alertam que, raramente, penteados, escovas, chapinhas e tinturas fazem o cabelo cair.

- Em geral, esses procedimentos provocam a quebra do cabelo, mas quase nunca vão provocar a queda. Mas a tração continuada de alguns processos, como os alisamentos e os penteados afros, podem provocar a pedra definitiva dos fios - alerta Sodré.

Tratamento com boa taxa de sucesso

Muitos tratamentos usados para combater a calvície masculina não podem ser feitos por mulheres, já que eles agem diretamente nos hormônios. Dependendo do caso, Celso Sodré recomenda medicamentos por via oral ou tópica que antagonizem a ação dos hormônios masculinos.

- Os resultados são variáveis. Em geral, conseguimos a diminuição, a estabilização ou mesmo a reversão parcial do processo. Na calvície, os resultados demoram no mínimo seis meses para serem observados e o tratamento é para sempre.

Além dos medicamentos combinados, Rutowitsch aposta em alguns nutracêuticos herbais, que também podem ter ação nos hormônios que estimulam a queda. Outra opção é a terapia capilar feita com o LED vermelho, que tem ação anti-inflamatória. O laser também pode ajudar, mas os dermatologistas alertam que ainda faltam estudos que comprovem a eficácia da terapia.

Já mudar a dieta, se a queda não for de origem nutricional, provavelmente não vai ajudar em nada.

- Caso seja identificada a carência ou o excesso de algum elemento dietético, a mudança pode ajudar. No caso da calvície, não vai ter nenhum efeito - completa Sodré.


Fonte: O Globo Online - Maria Vianna

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Gel britânico pode aumentar rapidez na cura de feridas crônicas


Cientistas britânicos desenvolveram um gel capaz de aumentar em até cinco vezes a capacidade de cura completa de feridas simples como arranhões até ulcerações por conta de diabetes ou na perna.

Chamado Nexagon, o medicamento foi testado em 100 pessoas e de acordo com os especialistas liderados por David Becker, professor da University College London, é eficiente para o tratamento de feridas crônicas.

Durante inflamações em feridas graves, uma proteína em excesso no organismo impede a cicatrização. O gel age justamente na diminuição dos índices dessa proteína, fazendo com que as células responsáveis pela cura da ferida se movam mais rápido à região lesada.

Com a consistência de pastas de dente, o gel é desenvolvido a partir de pedaços do DNA responsáveis pela inibição da proteína.

No estudo conduzido por Becker com úlceras na perna, após quatro semanas de aplicação do gel, o número de pacientes com recuperação completa era cinco vezes maior na comparação com o grupo controle, não medicado com a substância. Em média, este tipo de lesão leva seis meses para sarar e as ulcerações surgem novamente em 60% dos casos.

Fonte : Associated Press

quarta-feira, 14 de abril de 2010

S.O.S. Beauty

Novas técnicas, aparelhos e substâncias para ficar com tudo em cima – no rosto e no corpo. Tudo direto do mais recente Congresso da Academia Americana de Dermatologia e do último Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica.

Preenchedor poderoso
O que é: Juvéderm Voluma, preenchedor à base de ácido hialurônico, aprovado pelo FDA (órgão americano regulamentador de alimentos e medicamentos), mais concentrado e maleável.

Para que serve: “O produto repõe os volumes das maçãs do rosto e do queixo”, explica a dermatologista Cláudia Magalhães, de Recife. “É uma evolução, pois esse novo ácido poderá ser injetado abaixo da derme com resultados prolongados, algo em torno de 18 meses”, explica o dermatologista André Vieira Braz, do Rio de Janeiro.

Como funciona: O procedimento é feito em consultório e com anestesia local. “O produto é introduzido por meio de cânula ou agulha. O efeito é imediato, mas a região pode ficar inchada ou com pontos roxos por alguns dias”, explica André Braz. Custo aproximado: 2,5 mil reais (a redefinição do rosto é feita em uma sessão, com revisão depois de 15 dias).



Preenchedor à base de algas

O que é: Lançado recentemente na Europa, um novo preenchedor, o Novobel, da Merz, à base de alginato (derivado de algas).

Para que serve: O novo produto tem a mesma ação da maioria dos preenchedores à base de ácido hialurônico. “Com a vantagem de ser feito de minúsculas esferas de alginato, que tornam a aplicação mais precisa e menos dolorosa”, revela o dermatologista Davi de Lacerda, de São Paulo.

Como funciona: Depois de injetado, o produto se torna mais rígido, preenchendo rugas, vincos e aumentando o volume de lábios por mais tempo. Custo: não definido.

14 novidades apresentadas no Congresso da Academia Americana de Dermatologia e no último Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica:

Anticelulite e flacidez

O que é: Já aprovado pelo FDA, o Reaction, da Viora, é um aparelho multiuso. No Brasil, a Medpro será responsável por sua importação, informa a dermatologista Edislene Viscardi, de Blumenau, Santa Catarina.

Para que serve: Indicado para combater flacidez, celulite e redimensionar o contorno corporal. Pode ser aplicado no corpo, rosto e pescoço.

Como funciona: Reúne três níveis de radiofreqüência e quatro de sucção. “Essa variação de níveis permite que o aparelho atinja diferentes profundidades da pele, mudando de acordo com a gravidade da celulite e da flacidez, além de considerar a sensibilidade de cada paciente. Os três níveis de radiofreqüência podem ser usados ao mesmo tempo para tratar a celulite e a flacidez cutânea de uma só vez”, descreve Edislene. São necessárias seis sessões (uma por semana). Preço: ainda não definido.



Menos celulite, mais firmeza

O que é: Freeze, aparelho da Vênus Technologies. Ainda não há uma data certa de chegada ao Brasil, mas alguns dermatologistas, como Paulo Barbosa, de Salvador, acreditam que possa estar por aqui em seis meses.

Para que serve: Trata flacidez, celulite e redesenha o contorno corporal.

Como funciona: A associação de um pulso magnético com radiofreqüência bipolar faz um aquecimento uniforme da área tratada, sem risco de queimaduras. “Ele estimula a lipólise (queima de gordura) e melhora o suprimento de oxigênio para as células”, conta Paulo Barbosa. “A radiofrequência aumenta a produção de colágeno e elastina, deixando a pele mais firme”, complementa a dermatologista Jozian Quental, de São Paulo. São necessárias de seis a oito sessões (uma por semana). Custo: a definir.

Nocaute triplo: flacidez, gordura e celulite

O que é: Apollo, um aparelho que chegou às clínicas em janeiro. Ele emite energia de radiofrequência Tri Polar: a energia circula entre três pólos, formando um campo energético focado.

Para que serve: Promove o efeito lifting em áreas que tenham tendência à flacidez (além do rosto, parte interna da coxa, braços, parte superior do joelho e bumbum), reduz depósitos de gordura e ameniza a celulite.

Como funciona: Cada cabeçote do aparelho (um grande para o corpo, um médio para o rosto e um pequeno para a região das pálpebras e da boca) aquece ao mesmo tempo as camadas superficiais e profundas da pele em apenas 30 minutos, pois não é preciso trocar os cabeçotes, como acontecia com aparelhos mais antigos. O melhor: sem causar danos à superfície da pele. “O aquecimento estimula a produção de novas fibras de colágeno na derme e, por chegar ao tecido subcutâneo, onde fica a gordura, acelera seu metabolismo, dando uma enxugada nas áreas tratadas”, revela a dermatologista Juliana Macéa, da clínica Nuno Osório, em São Paulo. Custo: cerca de 500 reais, por sessão e área (no total de seis a oito sessões, uma vez por semana).

Laser 3 em 1

O que é: Fraxel Dual, um aparelho de laser. Aprovado pelo FDA (órgão americano regulamentador de alimentos e medicamentos), deve chegar em até seis meses ao Brasil.

Para que serve: Combate rugas, manchas e vasinhos, tudo ao mesmo tempo.

Como funciona: Tem duas ponteiras: a tradicional de laser de Erbium, indicada para rejuvenescimento facial profundo, eliminação de cicatrizes de acne e estrias, e a nova de Thulium, que serve para rejuvenescimento superficial, melanoses e vasinhos. “Essa nova versão do aparelho consegue atingir melhor os pigmentos da pele, proporcionando, além de melhora do colágeno, um clareamento mais eficaz”, explica a dermatologista Carla Albuquerque, de São Paulo. São indicadas de duas a cinco sessões (dependendo do caso), com intervalo de cerca de um mês entre elas. Preço aproximado: R$ 1.500, a sessão.


Cosméticos elétricos anti-idade
O que são: Cosmecêuticos criados com base em pesquisas de ponta feitas pela multinacional Johnson & Johnson e que foram a sensação no Congresso da Academia Americana de Dermatologia. Os novos produtos geram correntes elétricas na pele para estimular a síntese de colágeno e elastina. A previsão é que cheguem ao Brasil a partir de setembro.

Para que servem: Rejuvenescer a pele do rosto. “Há indícios de melhora na flacidez da pele, nas rugas e até no clareamento de manchas”, diz o dermatologista Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Como funcionam: Os cosmecêuticos se baseiam na teoria da bioeletricidade do corpo. “A formação de eletricidade na superfície da pele – similar à do processo de cicatrização, que leva à produção de colágeno – é transferida de célula a célula até chegar às camadas mais profundas, estimulando a multiplicação das fibras colágenas. Os cosmecêuticos contêm zinco e cobre (os mesmos íons das pilhas), que, combinados com a água da fórmula, funcionam como uma espécie de bateria”, explica a dermatologista Érica Monteiro, de São Paulo. O preço ainda não está definido.

Lipo: cânula descartável
O que é: Uma nova cânula descartável feita de aço inox e revestida de silicone para substituir a cânula de ferro não descartável, utilizada pela maioria dos cirurgiões plásticos. Desenvolvida em 2009, foi tema do 11o Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, em março.

Para que serve: Fazer lipoaspiração e enxerto de gordura. “Torna os procedimentos cirúrgicos mais seguros, já que diminui o risco de contaminação por bactérias e permite um pós-operatório menos desconfortável e doloroso”, diz o cirurgião plástico Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, responsável pela novidade e coordenador do simpósio.

Como funciona: A flexibilidade da nova cânula torna a remoção da gordura menos traumática e permite ao médico maior sensibilidade em relação a outros órgãos da região, prevenindo possíveis perfurações.


Prótese em cone
O que é: Prótese de silicone cônica feita de poliuretano, substância considerada atualmente a mais segura.

Para que serve: “Graças ao formato em cone e as bordas em degradê, que imitam a curvatura natural das mamas, é possível colocar próteses maiores para deixar os seios firmes, sem deixar a aparência artificial,” explica o cirurgião plástico Noel Lima, do Rio de Janeiro. Esse recurso evita o formato de bola de próteses mais antigas. Para o cirurgião plástico Sérgio Aluani, de São Paulo, a novidade é perfeita para mamas caídas após perda de peso ou amamentação.


Como funciona: A cirurgia para implante do silicone é idêntica à tradicional. A prótese pode ser inserida por meio de uma incisão de cerca de 7 cm nos sulcos abaixo dos seios ou na borda inferior do mamilo. “Com um pós-operatório bem feito, a paciente poderá voltar a dirigir em duas semanas”, garante o cirurgião Noel. Preço: sob consulta.


Pálpebras novinhas em folha
O que é: Cirurgia de rejuvenescimento dos olhos associada com o enxerto de gordura do próprio paciente para resultados mais naturais.

Para que serve: “A gordura é usada para preencher locais onde houver depressões e sulcos, dando jovialidade ao olhar”, explica o cirurgião plástico Nelson Letízio, de Rio Claro, São Paulo. Primeiro, o médico usa o laser de CO2 para remover a pele e as bolsas das pálpebras. Em seguida, enxerta a quantidade ideal de gordura nos locais onde há a necessidade. “Essa técnica deixa a aparência mais natural”, garante.

Como funciona: A gordura do próprio paciente pode ser retirada do joelho ou do abdômen. “O material é totalmente tolerado. Não há nenhum tipo de rejeição”, explica o médico. Outra vantagem: esse tecido gorduroso é rico em células-tronco, que melhoram o aspecto da pele. Preço: sob consulta

Toxina botulínica em forma de creme
O que é: Revance, toxina botulínica de uso tópico, em fase final de aprovação pela Food and Drugs Admnistration (FDA), com cerca de três anos de estudo e análise de 2 mil pacientes. Deve chegar ao Brasil no próximo semestre.

Para que serve: Para rugas superficiais, como pés de galinha e linhas ao redor dos lábios e as do pescoço. “Além disso, apresentou bons resultados ao reduzir a aparência dos poros e a acne”, revela o dermatologista Marcelo Bellini, de São Paulo. “Poderá ser usada também para controlar o suor em axilas, mãos e principalmente pés”, diz o dermatologista Davi de Lacerda, de São Paulo.

Como funciona: O grande trunfo do produto é a capacidade de as partículas da toxina tópica atravessarem a epiderme e a derme para chegar ao músculo. “Parece ser um mix de mecanismos que envolvem a transpiração e a transmissão celular, mas o segredo está guardado a sete chaves”, conta Marcelo. No músculo, funciona como a toxina injetável. Ainda não há a previsão de quanto vai custar.


Rosto: lifting light
O que é: Suspensão da face por meio de pontos internos (em forma de pregas para costurar a musculatura) chamados de plicaturas, no lugar do tradicional lifting facial, feito com cortes e descolamentos de músculos.

Para que serve: Fazer com que a cirurgia seja menos agressiva, mais rápida e com menos cicatrizes no pós-operatório.

Como funciona: Após descolar a pele, o cirurgião a suspende e faz as plicaturas. “A técnica evita grandes descolamentos e preserva mais o músculo”, explica o cirurgião plástico Paulo Muller, do Rio de Janeiro. A cirurgia dura cerca de uma hora. Preço: sob consulta.


Frio X Gordura
O que é: O aparelho Zeltiq, que promete destruir as moléculas de gordura pelo frio. “A técnica foi desenvolvida pelo dermatologista americano Richard Rox Andersen, de Harvard, criador do laser Fraxel para as rugas”, revela a dermatologista Daniela Nunes, da Slim Clinique, no Rio de Janeiro. O equipamento, aprovado pelo FDA, deve chegar ao Brasil no segundo semestre.

Para que serve: Para a redução de medidas. “Pesquisas revelaram a perda de 3 cm na região do abdômen”, revela a dermatologista Valéria Campos, de São Paulo. Indicado para pessoas magras com gordura localizada.

Como funciona: O aparelho usa a criolipólise, que causa o resfriamento profundo da pele até 4 oC. “O novo aparelho faz uma redução progressiva das medidas. Os resultados finais aparecem depois de 90 dias, com resultados prolongados”, explica a dermatologista. Preço: não definido.


Mais firmeza, menos dor
O que é: O conhecido aparelho de radiofrequência Thermacool ganhou um novo sistema, chamado de CPT (Comfort Pulse Technology).

Para que serve: Tratar flacidez do rosto e pescoço. “Serve também para prevenir estrias”, conta a dermatologista Roberta Bibas, do Rio de Janeiro.

Como funciona: A energia da radiofrequência provoca a síntese de novas fibras colágenas. “É mais eficiente na emissão das ondas de calor, que penetram na derme e permanecem mais tempo no local, estimulando o colágeno”, explica Roberta. “As ponteiras emitem a energia e ao mesmo tempo vibram, causando menos dor”, explica a dermatologista Catarina Capela, de São Paulo. Custo: em média, de 5 mil a 8 mil reais, a sessão. Deve ser repetida a cada seis meses ou um ano.

FONTE: Sandra Hirata - Revista Elle (http://elle.abril.com.br/)

S.O.S. Beauty

Novas técnicas, aparelhos e substâncias para ficar com tudo em cima – no rosto e no corpo. Tudo direto do mais recente Congresso da Academia Americana de Dermatologia e do último Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica.

Preenchedor poderoso
O que é: Juvéderm Voluma, preenchedor à base de ácido hialurônico, aprovado pelo FDA (órgão americano regulamentador de alimentos e medicamentos), mais concentrado e maleável.

Para que serve: “O produto repõe os volumes das maçãs do rosto e do queixo”, explica a dermatologista Cláudia Magalhães, de Recife. “É uma evolução, pois esse novo ácido poderá ser injetado abaixo da derme com resultados prolongados, algo em torno de 18 meses”, explica o dermatologista André Vieira Braz, do Rio de Janeiro.

Como funciona: O procedimento é feito em consultório e com anestesia local. “O produto é introduzido por meio de cânula ou agulha. O efeito é imediato, mas a região pode ficar inchada ou com pontos roxos por alguns dias”, explica André Braz. Custo aproximado: 2,5 mil reais (a redefinição do rosto é feita em uma sessão, com revisão depois de 15 dias).



Preenchedor à base de algas

O que é: Lançado recentemente na Europa, um novo preenchedor, o Novobel, da Merz, à base de alginato (derivado de algas).

Para que serve: O novo produto tem a mesma ação da maioria dos preenchedores à base de ácido hialurônico. “Com a vantagem de ser feito de minúsculas esferas de alginato, que tornam a aplicação mais precisa e menos dolorosa”, revela o dermatologista Davi de Lacerda, de São Paulo.

Como funciona: Depois de injetado, o produto se torna mais rígido, preenchendo rugas, vincos e aumentando o volume de lábios por mais tempo. Custo: não definido.

14 novidades apresentadas no Congresso da Academia Americana de Dermatologia e no último Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica:

Anticelulite e flacidez

O que é: Já aprovado pelo FDA, o Reaction, da Viora, é um aparelho multiuso. No Brasil, a Medpro será responsável por sua importação, informa a dermatologista Edislene Viscardi, de Blumenau, Santa Catarina.

Para que serve: Indicado para combater flacidez, celulite e redimensionar o contorno corporal. Pode ser aplicado no corpo, rosto e pescoço.

Como funciona: Reúne três níveis de radiofreqüência e quatro de sucção. “Essa variação de níveis permite que o aparelho atinja diferentes profundidades da pele, mudando de acordo com a gravidade da celulite e da flacidez, além de considerar a sensibilidade de cada paciente. Os três níveis de radiofreqüência podem ser usados ao mesmo tempo para tratar a celulite e a flacidez cutânea de uma só vez”, descreve Edislene. São necessárias seis sessões (uma por semana). Preço: ainda não definido.



Menos celulite, mais firmeza

O que é: Freeze, aparelho da Vênus Technologies. Ainda não há uma data certa de chegada ao Brasil, mas alguns dermatologistas, como Paulo Barbosa, de Salvador, acreditam que possa estar por aqui em seis meses.

Para que serve: Trata flacidez, celulite e redesenha o contorno corporal.

Como funciona: A associação de um pulso magnético com radiofreqüência bipolar faz um aquecimento uniforme da área tratada, sem risco de queimaduras. “Ele estimula a lipólise (queima de gordura) e melhora o suprimento de oxigênio para as células”, conta Paulo Barbosa. “A radiofrequência aumenta a produção de colágeno e elastina, deixando a pele mais firme”, complementa a dermatologista Jozian Quental, de São Paulo. São necessárias de seis a oito sessões (uma por semana). Custo: a definir.

Nocaute triplo: flacidez, gordura e celulite

O que é: Apollo, um aparelho que chegou às clínicas em janeiro. Ele emite energia de radiofrequência Tri Polar: a energia circula entre três pólos, formando um campo energético focado.

Para que serve: Promove o efeito lifting em áreas que tenham tendência à flacidez (além do rosto, parte interna da coxa, braços, parte superior do joelho e bumbum), reduz depósitos de gordura e ameniza a celulite.

Como funciona: Cada cabeçote do aparelho (um grande para o corpo, um médio para o rosto e um pequeno para a região das pálpebras e da boca) aquece ao mesmo tempo as camadas superficiais e profundas da pele em apenas 30 minutos, pois não é preciso trocar os cabeçotes, como acontecia com aparelhos mais antigos. O melhor: sem causar danos à superfície da pele. “O aquecimento estimula a produção de novas fibras de colágeno na derme e, por chegar ao tecido subcutâneo, onde fica a gordura, acelera seu metabolismo, dando uma enxugada nas áreas tratadas”, revela a dermatologista Juliana Macéa, da clínica Nuno Osório, em São Paulo. Custo: cerca de 500 reais, por sessão e área (no total de seis a oito sessões, uma vez por semana).

Laser 3 em 1

O que é: Fraxel Dual, um aparelho de laser. Aprovado pelo FDA (órgão americano regulamentador de alimentos e medicamentos), deve chegar em até seis meses ao Brasil.

Para que serve: Combate rugas, manchas e vasinhos, tudo ao mesmo tempo.

Como funciona: Tem duas ponteiras: a tradicional de laser de Erbium, indicada para rejuvenescimento facial profundo, eliminação de cicatrizes de acne e estrias, e a nova de Thulium, que serve para rejuvenescimento superficial, melanoses e vasinhos. “Essa nova versão do aparelho consegue atingir melhor os pigmentos da pele, proporcionando, além de melhora do colágeno, um clareamento mais eficaz”, explica a dermatologista Carla Albuquerque, de São Paulo. São indicadas de duas a cinco sessões (dependendo do caso), com intervalo de cerca de um mês entre elas. Preço aproximado: R$ 1.500, a sessão.


Cosméticos elétricos anti-idade
O que são: Cosmecêuticos criados com base em pesquisas de ponta feitas pela multinacional Johnson & Johnson e que foram a sensação no Congresso da Academia Americana de Dermatologia. Os novos produtos geram correntes elétricas na pele para estimular a síntese de colágeno e elastina. A previsão é que cheguem ao Brasil a partir de setembro.

Para que servem: Rejuvenescer a pele do rosto. “Há indícios de melhora na flacidez da pele, nas rugas e até no clareamento de manchas”, diz o dermatologista Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Como funcionam: Os cosmecêuticos se baseiam na teoria da bioeletricidade do corpo. “A formação de eletricidade na superfície da pele – similar à do processo de cicatrização, que leva à produção de colágeno – é transferida de célula a célula até chegar às camadas mais profundas, estimulando a multiplicação das fibras colágenas. Os cosmecêuticos contêm zinco e cobre (os mesmos íons das pilhas), que, combinados com a água da fórmula, funcionam como uma espécie de bateria”, explica a dermatologista Érica Monteiro, de São Paulo. O preço ainda não está definido.

Lipo: cânula descartável
O que é: Uma nova cânula descartável feita de aço inox e revestida de silicone para substituir a cânula de ferro não descartável, utilizada pela maioria dos cirurgiões plásticos. Desenvolvida em 2009, foi tema do 11o Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, em março.

Para que serve: Fazer lipoaspiração e enxerto de gordura. “Torna os procedimentos cirúrgicos mais seguros, já que diminui o risco de contaminação por bactérias e permite um pós-operatório menos desconfortável e doloroso”, diz o cirurgião plástico Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, responsável pela novidade e coordenador do simpósio.

Como funciona: A flexibilidade da nova cânula torna a remoção da gordura menos traumática e permite ao médico maior sensibilidade em relação a outros órgãos da região, prevenindo possíveis perfurações.


Prótese em cone
O que é: Prótese de silicone cônica feita de poliuretano, substância considerada atualmente a mais segura.

Para que serve: “Graças ao formato em cone e as bordas em degradê, que imitam a curvatura natural das mamas, é possível colocar próteses maiores para deixar os seios firmes, sem deixar a aparência artificial,” explica o cirurgião plástico Noel Lima, do Rio de Janeiro. Esse recurso evita o formato de bola de próteses mais antigas. Para o cirurgião plástico Sérgio Aluani, de São Paulo, a novidade é perfeita para mamas caídas após perda de peso ou amamentação.


Como funciona: A cirurgia para implante do silicone é idêntica à tradicional. A prótese pode ser inserida por meio de uma incisão de cerca de 7 cm nos sulcos abaixo dos seios ou na borda inferior do mamilo. “Com um pós-operatório bem feito, a paciente poderá voltar a dirigir em duas semanas”, garante o cirurgião Noel. Preço: sob consulta.


Pálpebras novinhas em folha
O que é: Cirurgia de rejuvenescimento dos olhos associada com o enxerto de gordura do próprio paciente para resultados mais naturais.

Para que serve: “A gordura é usada para preencher locais onde houver depressões e sulcos, dando jovialidade ao olhar”, explica o cirurgião plástico Nelson Letízio, de Rio Claro, São Paulo. Primeiro, o médico usa o laser de CO2 para remover a pele e as bolsas das pálpebras. Em seguida, enxerta a quantidade ideal de gordura nos locais onde há a necessidade. “Essa técnica deixa a aparência mais natural”, garante.

Como funciona: A gordura do próprio paciente pode ser retirada do joelho ou do abdômen. “O material é totalmente tolerado. Não há nenhum tipo de rejeição”, explica o médico. Outra vantagem: esse tecido gorduroso é rico em células-tronco, que melhoram o aspecto da pele. Preço: sob consulta

Toxina botulínica em forma de creme
O que é: Revance, toxina botulínica de uso tópico, em fase final de aprovação pela Food and Drugs Admnistration (FDA), com cerca de três anos de estudo e análise de 2 mil pacientes. Deve chegar ao Brasil no próximo semestre.

Para que serve: Para rugas superficiais, como pés de galinha e linhas ao redor dos lábios e as do pescoço. “Além disso, apresentou bons resultados ao reduzir a aparência dos poros e a acne”, revela o dermatologista Marcelo Bellini, de São Paulo. “Poderá ser usada também para controlar o suor em axilas, mãos e principalmente pés”, diz o dermatologista Davi de Lacerda, de São Paulo.

Como funciona: O grande trunfo do produto é a capacidade de as partículas da toxina tópica atravessarem a epiderme e a derme para chegar ao músculo. “Parece ser um mix de mecanismos que envolvem a transpiração e a transmissão celular, mas o segredo está guardado a sete chaves”, conta Marcelo. No músculo, funciona como a toxina injetável. Ainda não há a previsão de quanto vai custar.


Rosto: lifting light
O que é: Suspensão da face por meio de pontos internos (em forma de pregas para costurar a musculatura) chamados de plicaturas, no lugar do tradicional lifting facial, feito com cortes e descolamentos de músculos.

Para que serve: Fazer com que a cirurgia seja menos agressiva, mais rápida e com menos cicatrizes no pós-operatório.

Como funciona: Após descolar a pele, o cirurgião a suspende e faz as plicaturas. “A técnica evita grandes descolamentos e preserva mais o músculo”, explica o cirurgião plástico Paulo Muller, do Rio de Janeiro. A cirurgia dura cerca de uma hora. Preço: sob consulta.


Frio X Gordura
O que é: O aparelho Zeltiq, que promete destruir as moléculas de gordura pelo frio. “A técnica foi desenvolvida pelo dermatologista americano Richard Rox Andersen, de Harvard, criador do laser Fraxel para as rugas”, revela a dermatologista Daniela Nunes, da Slim Clinique, no Rio de Janeiro. O equipamento, aprovado pelo FDA, deve chegar ao Brasil no segundo semestre.

Para que serve: Para a redução de medidas. “Pesquisas revelaram a perda de 3 cm na região do abdômen”, revela a dermatologista Valéria Campos, de São Paulo. Indicado para pessoas magras com gordura localizada.

Como funciona: O aparelho usa a criolipólise, que causa o resfriamento profundo da pele até 4 oC. “O novo aparelho faz uma redução progressiva das medidas. Os resultados finais aparecem depois de 90 dias, com resultados prolongados”, explica a dermatologista. Preço: não definido.


Mais firmeza, menos dor
O que é: O conhecido aparelho de radiofrequência Thermacool ganhou um novo sistema, chamado de CPT (Comfort Pulse Technology).

Para que serve: Tratar flacidez do rosto e pescoço. “Serve também para prevenir estrias”, conta a dermatologista Roberta Bibas, do Rio de Janeiro.

Como funciona: A energia da radiofrequência provoca a síntese de novas fibras colágenas. “É mais eficiente na emissão das ondas de calor, que penetram na derme e permanecem mais tempo no local, estimulando o colágeno”, explica Roberta. “As ponteiras emitem a energia e ao mesmo tempo vibram, causando menos dor”, explica a dermatologista Catarina Capela, de São Paulo. Custo: em média, de 5 mil a 8 mil reais, a sessão. Deve ser repetida a cada seis meses ou um ano.

FONTE: Sandra Hirata - Revista Elle (http://elle.abril.com.br/)

quarta-feira, 31 de março de 2010

Alisamento com Formol é prejudicial!


Formol e Glutaraldeído como alisantes – Diga NÃO ao Uso Indevido


Recentemente, foi publicada a Resolução RDC 36, de 17 de junho de 2009, que proíbe a comercialização do formol em estabelecimentos como drogarias, farmácias, supermercados, empórios, lojas de conveniências e drugstores. A finalidade dessa Resolução é restringir o acesso da população ao formol, coibindo o desvio de uso do formol como alisante capilar, protegendo a saúde de profissionais cabeleireiros e consumidores. Dados recebidos pela Anvisa mostram que as notificações de danos causados por produtos para alisamento capilar triplicaram no 1º semestre de 2009 em comparação com todo o ano de 2008, sendo que na maioria dos casos há suspeita do uso indevido de formol (e também de glutaraldeído) como substâncias alisantes.

O uso do formol como alisante capilar NÃO é permitido pela Anvisa, pois esse desvio de uso pode causar sérios danos ao usuário do produto e ao profissional que aplica o produto, tais como: irritação, coceira, queimadura, inchaço, descamação e vermelhidão do couro cabeludo, queda do cabelo, ardência e lacrimejamento dos olhos, falta de ar, tosse, dor de cabeça, ardência e coceira no nariz, devido ao contato direto com a pele ou com vapor. Várias exposições podem causar também boca amarga, dores de barriga, enjôos, vômitos, desmaios, feridas na boca, narina e olhos, e câncer nas vias aéreas superiores (nariz, faringe, laringe, traquéia e brônquios), podendo até levar a morte. Para saber mais, acesse o material disponível em nossa página sobre Formol e Alisantes.

Recentemente, a Anvisa também tem sido questionada quanto ao uso de glutaraldeído ou glutaral, que, devido a sua semelhança química com o formol, apresenta também os mesmos riscos e restrições.

É importante esclarecer que o que está proibido é o desvio de uso dessas substâncias. A legislação sanitária permite o uso de formol e glutaraldeído em produtos cosméticos capilares apenas na função de conservantes (com limite máximo de 0,2% e 0,1%, respectivamente), durante a fabricação do produto, somente. A adição de formol, glutaraldeído ou qualquer outra substância a um produto acabado, pronto para uso, constitui infração sanitária, estando o estabelecimento que adota esta prática sujeito às sanções administrativas, cíveis e penais cabíveis, sendo que adulteração desses produtos configura crime hediondo.

Lembramos que somente os produtos definidos como cosméticos estão sujeitos às normativas vigentes para cosméticos.

Como alisar os cabelos de forma segura

Os produtos alisantes devem ser registrados na Anvisa. Existem substâncias ativas específicas com propriedades alisantes como ácido tioglicólico, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de cálcio, hidróxido de lítio, hidróxido de guanidina permitidas pela legislação. Substâncias como formol e glutaraldeído NÃO são permitidos como alisantes. Por isso, antes de alisar os cabelos, verifique na própria embalagem se o produto a ser utilizado está registrado na Anvisa. Produtos que foram notificados possuem a inscrição “343/05” na embalagem e não podem ser indicados para alisamento capilar.

Os produtos cosméticos registrados devem obrigatoriamente estampar, na sua embalagem externa, o número de registro, que sempre começa pelo número 2, e sempre terá ou 9 ou 13 dígitos (exemplo: 2.3456.9409 ou 2.3456.9409-0001). Esse número de registro é geralmente precedido pelas siglas “Reg. MS” ou “Reg. Anvisa”, o que significa a mesma coisa.

Antes de usar o produto, é importante ler e seguir as instruções de uso do produto e ler atentamente as precauções de uso e advertências que constam na embalagem.

É possível consultar os produtos cosméticos registrados acessando o link http://www7.anvisa.gov.br/datavisa/Consulta_Produto/consulta_cosmetico.asp (preencha o campo “nome produto” ou “número de registro”, de preferência). Em caso de dúvidas ou denúncias, entre em contato conosco pelo e-mail: cosmeticos@anvisa.gov.br. Para efetuar denúncias sobre suspeita ou produtos irregulares, consulte também a Vigilância Sanitária de sua cidade. Em caso de suspeita de reações adversas causadas pelo uso de cosméticos, envie o relato para o e-mail cosmetovigilancia@anvisa.gov.br.


Fonte: ANVISA (http://www.anvisa.gov.br/)






quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Guarda-sóis e proteção solar


Estar debaixo de um guarda-sol não significa estar protegido das radiações ultravioleta, que causam danos à pele, como câncer e o envelhecimento precoce. Guarda-sóis de materiais muito finos como o nylon por exemplo, não oferecem proteção apesar da sombra. A trama do material permite a passagem dos raios solares. Dê preferência aos guarda-sóis de materiais mais opacos e de trama bem fechada.
O INMETRO realizou um teste com algumas marcas, sendo que 5 foram reprovadas (vide tabela abaixo).





Além do guarda-sol adequado não dispense o filtro solar e óculos escuros.




sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Tratamento dermatológico com LASER FRACIONADO


Cada vez mais as pessoas buscam tratamentos para rugas, flacidez, manchas e cicatrizes de acne que tenham bons resultados mas com tempo de recuperação rápido, que não interfira nas atividades diárias. Até pouco tempo atrás, haviam 2 tipos de aparelhos de laser:


- Ablativos (CO2, Er:YAG): O laser atinge as camadas superficiais e profundas de toda a área tratada, o que provoca edema, dor, queimação, formação de crostas e vermelhidão. O tempo de cicatrização da pele é lento, o paciente deve ficar de repouso para evitar complicações como infecções. É maior o risco de desenvolvimento de manchas e cicatrizes e o eritema pode persistir por até 6 meses. A vantagem é que com uma única sessão se consegue um ótimo resultado para o rejuvenescimento (resurfacing).


- Não ablativos (Nd:YAG): O laser só age nas camadas mais profundas da pele, deixando a região superficial poupada da ação térmica do laser. A recuperação da pele é rápida e indolor. Os efeitos adversos não ocorrem com a mesma frequencia dos ablativos e persistem, no máximo, por 1 mês. Porém, são necessárias várias sessões e nem sempre os pacientes ficam satisfeitos com o resultado.


LASER FRACIONADO (fototermólise fracionada)


O primeiro aparelho que que utilizou a tecnologia de fototermólise fracionada foi o Fraxel. O laser não atinge a pele em toda a sua extensão, e sim através de múltiplas colunas microscópicas chamadas "micro zonas térmicas". Essas colunas atingem as camadas superficiais e profundas da pele, mas como há pele sã ao redor, a cicatrização é rápida. O paciente não precisa se afastar das atividades diárias. Em 1 semana o eritema (vermelhidão) já se resolve. O risco de aparecimento de manchas, infecções e cicatrizes é mínimo. São necessárias algumas sessões (5 em média) com intervalos de 1-2 semanas e os resultados são imediatos e também a médio prazo com formação de colágeno até 3 meses depois da última sessão. Após 1 ano devem ser realizadas 1 ou 2 sessões de manutenção.

Este tipo de laser pode ser usado tanto para rejuvenescimento como para manchas, cicatrizes de acne e rugas.